O retrato completo do potencial linguístico dos colaboradores — e o que isso significa para o crescimento da empresa.
Cada colaborador passou por uma entrevista individual com um consultor CCLi — um processo de escuta ativa, não um teste genérico.
A distribuição por nível CEFR revela um perfil típico de empresas de tecnologia brasileira — com alta concentração no nível iniciante e um grupo intermediário com grande potencial de avanço rápido.
Não é falta de interesse nem de tempo. São padrões emocionais mapeados em cada entrevista — e que a CCLi trabalha de forma intencional.
Os colaboradores já sabem onde o idioma vai ser útil. O perfil de uso é majoritariamente técnico-profissional — exatamente o que a CCLi é especialista em desenvolver.
Em cada entrevista, perguntamos: "Como o inglês vai mudar a sua vida?" — as respostas revelam motivação genuína, não só obrigação corporativa.
Quero conseguir me comunicar com meus colegas no dia a dia usando inglês.
Quero conseguir falar e entender o que falam em inglês — facilita muito os estudos, principalmente na área de programação.
Quero conseguir me comunicar e ser facilmente entendido em inglês — e estar pronto para qualquer situação que exija o idioma no trabalho.
Quero conseguir me comunicar e trocar conhecimento com pessoas do mundo inteiro, e consumir conteúdos que agregam na minha vida profissional sem precisar esperar tradução.
Compreender completamente o conteúdo de bigtechs que fornecem serviços para a empresa e lançam vídeos e documentações em inglês.
Quero conseguir ler artigos científicos em inglês e consumir cursos estrangeiros. Quero dominar o inglês por completo.
Não entregamos um programa genérico. Cada pessoa recebe um projeto de aprendizagem que reflete seu nível, seus desafios emocionais e seus sonhos com o idioma.
Os dados deste diagnóstico revelam uma oportunidade concreta de desenvolvimento — não apenas um benefício, mas uma alavanca de produtividade.
O diagnóstico foi o primeiro passo. Agora transformamos esse mapa em resultados reais para a equipe e para a empresa.
O mapa foi traçado. Os colaboradores já têm seus projetos. Agora é hora de transformar potencial em proficiência — e proficiência em vantagem competitiva.